ENDIVIDAR-SE PARA VIVER: o cotidiano das mulheres na pandemia

Relatório de pesquisa

A fim de compreender melhor o processo de endividamento das mulheres brasileiras das classes populares em relação à sua inserção no mercado de trabalho formal ou informal durante a pandemia, realizamos uma pesquisa qualitativa do tipo estudo de caso em seis cidades do Nordeste e Norte: Salvador (BA), Juarez Távora (PB), Viçosa do Ceará (CE), Imperatriz (MA), Belém (PA) e Manaus (AM). Para isso, partimos das seguintes hipóteses: i) o nível de endividamento das mulheres das classes populares e suas famílias se aprofundou durante a pandemia, apesar do pagamento do Auxílio Emergencial a parte significativa da população durante parte de 2020 e 2021 e ii) parte importante desse endividamento estava vinculada ao atendimento de necessidades básicas das famílias, como despesas com alimentação, saúde, luz, gás, água, transporte e moradia. Rodas de conversa e entrevistas individuais foram realizadas com 37 mulheres entre novembro e dezembro de 2021. Os resultados da pesquisa corroboraram nossas hipóteses e a produção de dados nos forneceu um rico universo de informações quantitativas e, sobretudo, qualitativas sobre condições de vida e trabalho. dos participantes do estudo.

Austeridade, desigualdade e gênero

de Isabela Callegari

Interessante artigo sobre a importância do debate sobre a política fiscal e a perda de direitos que a austeridade fiscal significa na prática para a maior parte da população, sobretudo para as mulheres, principais responsáveis pelos cuidados na sociedade.

Todos os dias recebemos informações da mídia sobre o suposto imperativo de cortar gastos públicos. Esses cortes são legitimados a partir de premissas ideológicas apresentadas como meras constatações numéricas e técnicas. Assim, a retórica dominante cita com ar de pesar os impactos dos cortes na vida da população, ao mesmo tempo em que as medidas de austeridade são saudadas como políticas econômicas corretas e corajosas. Neste artigo, a autora Isabela Callegari apresenta alguns dos principais fundamentos da austeridade fiscal, sua imprecisão técnica diante da natureza do dinheiro moderno e do sistema monetário contemporâneo, e seus impactos concretos na vida da população, especialmente na vida das mulheres, que são responsáveis ​​por quase todo o trabalho de cuidado não remunerado na sociedade. Estes são duplamente penalizados no paradigma neoliberal, pelo retrocesso nos serviços e nas políticas públicas, de um lado, e pelo aumento do desemprego e da precarização, de outro.

O artigo mostra a relação crucial entre a política fiscal e a efetivação dos direitos constitucionais, desmistificando a noção moral que estava ligada ao déficit e à dívida pública. Em seguida, percorre a conexão entre o direito ao cuidado e a democracia, teorizada pelo feminismo, e expõe os vieses machistas da teoria econômica hegemônica, que embasa as análises e políticas adotadas pelos governos. A segunda parte traz os fundamentos morais e avaliativos da ideia de austeridade fiscal, eixo fundamental do neoliberalismo. Na terceira, denotam-se alguns dos impactos recentes da austeridade na vida das mulheres brasileiras, com cortes de raça e classe, dada a imposição do mais rígido conjunto de regras fiscais do mundo, baseado na Lei do Teto de Gastos. Por fim, são apresentadas algumas das diretrizes econômicas e propostas de políticas públicas voltadas para uma sociedade verdadeiramente equânime, solidária e democrática.

Leia o texto na íntegra aqui, em português ou espanhol

Justiça Fiscal e Gênero: o caso das mães de crianças com Síndrome Congênita do Zika Vírus

Um artigo de Isabela Callegari

No famigerado bordão do discurso econômico dominante, as políticas de austeridade fiscal seriam um “amargo remédio, difícil de engolir”, mas “necessário” para se manter a “saúde” dos países. Com base na falaciosa insuficiência de recursos públicos, a solução neoliberal seria a única possível: inescapável diminuição dos investimentos nos gastos primários (saúde, educação, segurança, previdência etc.) com vistas à manutenção dos gastos financeiros, vultuosos recursos públicos usados para o pagamento da dívida interna dos países que “gastaram de mais”.

No entanto, permanece não dito que aqueles que sofrem com as amargas medidas de austeridade não são os mesmos cuja “saúde” será revigorada: por um lado, ficam garantidas a transferência de dinheiro público para as elites e, concomitantemente, a privatização de serviços por e para essas mesmas elites. Por outro lado, às classes populares é imposta a dupla conta da austeridade: achatamento dos salários e precarização do trabalho e sucateamento dos serviços públicos. No Brasil, as medidas de austeridade atingiram seu ápice a partir de 2016 com a Lei do Teto (EC nº 95), quando foram congelados por 20 anos os gastos públicos. Perante uma população em crescimento e a persistente desigualdade no acesso a direitos e bens, a elite global é remunerada às custas da saúde, bem-estar, dignidade, trabalho e tempo dos brasileiros. O amargor do “remédio” neoliberal é ainda mais intenso para as mulheres, negros/negras, pessoas com deficiência e suas cuidadoras, historicamente expropriados de condições igualitárias de vida.
Neste artigo, a economista Isabela Callegari dedica-se ao caso concreto da Síndrome Congênita do Zika Vírus (SCZV), causada pela epidemia de Zika Vírus ocorrida no Brasil entre 2015 e 2017, com o objetivo de demonstrar os impactos diretos que a política de austeridade fiscal adotada pelo governo brasileiro após o golpe de Estado de 2016 tem tido sobre a vida das crianças afetadas pela SCZV e suas mães, principais cuidadoras.

Em que medida o Estado brasileiro cumpre com seu dever constitucional de compartilhar a carga de trabalho reprodutivo desempenhado pelas famílias de crianças que demandam mais cuidados e atenção? Como a deliberada política de cortes nos gastos públicos aprofunda a crise dos cuidados e as desigualdades de gênero que historicamente permeiam o trabalho reprodutivo? O que verdadeiramente são a responsabilidade fiscal, risco e segurança jurídica, quando mirados a partir da perspectiva das mulheres mães e seu trabalho invisibilizado de cuidados? Essas são algumas das instigantes questões propostas pela autora ao longo deste estudo de caso.

Techo de gastos: ¿y las mujeres qué?

VIDEO

En el video «Teto de Gastos: e as mulheres com isso?» [Techo de gastos: ¿y las mujeres qué?], los auditores fiscales e investigadores del Instituto de Justiça Fiscal Dão dos Santos y Maria Regina Duarte y la coordinadora de I. Equit Graciela Rodríguez contestan a cinco preguntas sobre el ajuste fiscal en Brasil y sus impactos en la vida de las mujeres:

  1. ¿Qué es el Techo de Gastos?
  2. ¿Cuales son las consecuencias presentes y futuras del Techo de Gastos para Brasil?
  3. ¿De qué manera el Techo de Gastos aprofunda la injusticia fiscal?
  4. ¿Cuáles son los impactos del Techo de Gastos en la vida de las mujeres?
  5. ¿El Techo de Gastos es el único camino para Brasil?

Producción de Instituto Equit con el apoyo de Alianza Global por la Justicia Fiscal y la Red de Género y Comercio.

Trabaja, cuida, alimenta, rehabilita: las madres de niñes con Zika pagando la factura de la austeridad fiscal

VIDEO

En el vídeo «Trabalha, cuida, alimenta, reabilita: as mães de crianças com a Síndrome do Zika pagando a conta da austeridade fiscal» [Trabaja, cuida, alimenta, rehabilita: las madres de niñes con Síndrome del Zika pagando la factura de la austeridad fiscal], presentamos los puntos-clave del debate «Ajuste fiscal, crise dos cuidados e desigualdade de gênero: o caso das crianças com a Síndrome do Zika Vírus e suas mães» [Ajuste fiscal, crise de los cuidados y desigualdad de género: el caso de niñes con la Síndrome del Zika Vírus y sus madres], que contó con la participación de:

-Ingrid Graciliano (activista social por los derechos de las personas con la Síndrome Congénita del Zika Vírus – Associação Pais de Anjos da Bahia)

-Vera Sodré (Assistente social – Instituto Nacional de la Seguridad Social, Brasil)

-Isabela Callegari (Instituto de Justiça Fiscal / Instituto de Finanças Funcionais para o Desenvolvimento)

-Graciela Rodríguez (Instituto Equit / Red de Género y Comercio)

Producción de Instituto Equit con el apoyo de Alianza Global por la Justicia Fiscal y la Red de Género y Comercio.

El debate completo se puede ver en: https://www.youtube.com/watch?v=2QLam1JiyRA&t=6s

Brasil: el poder político de las mujeres

#EleNao. Un deseo solidario que rompe el miedo.

Por Graciela Rodríguez

Leer nota de Latfem

Fotos: Portal Catarinas y RedLAC

Las fake news quisieron instalar que la marcha feminista por #EleNao había tenido un efecto contraproducente. Pero en Brasil se engendra una nueva forma del “hacer político” desde las redes sociales a las calles, las mujeres se muestran como una fuerza horizontal, como un deseo solidario, con despudor y alegría que contagia: una forma que rompe el miedo. Una opinión de Graciela Rodríguez, desde Brasil. **

Lo que vimos en las manifestaciones de mujeres en septiembre y octubre en las calles de Brasil es una nueva forma de poder político. El cuerpo de las mujeres enfrentando el miedo que las élites quieren imponer a las sociedades, y diciendo que no queremos ser tuteladas, invisibilizadas, amenazadas y asesinadas. Una nueva forma de construcción de democracia en las calles, a pesar de las vetustas instituciones políticas donde las mujeres no superan el 10% de presencia en los parlamentos corrompidos por el poder patriarcal, deslegitimados por prácticas corruptas y de una política que solo se legitima como expresión de la jerarquía de dominación.

Pero ¿por qué no tenemos miedo? Porque conseguimos la incorporación sensible de los cuerpos cuando se saben acompañados en el espacio común, el “acuerpamiento” del cual hablan las compañeras latinas cuando salen a las calles. Lo común, una práctica y construcción antigua de las mujeres, desde antes de las brujas, que viene de la experiencia comunitaria, amasada junto con los cantos colectivos de las trabajadoras, pero aun latente en los modos de vida de las “quebradoras” de coco babazú y otras en Brasil. Y las mujeres podemos hacerlo porque, recuperando nuestra memoria arcaica, no precisamos reproducir la pertenencia a cualquier institucionalidad de la guerra y la violencia.

Aquí está engendrándose una nueva forma del “hacer político”; desde las redes sociales a las calles las mujeres nos mostramos como una fuerza horizontal, como un deseo solidario para con la sociedad, con total despudor en la exhibición de las diversidades, y con alegría contagiante: una forma que rompe el miedo.

Por eso se quiso hacer creer que la marcha feminista de #EleNao del 29 de septiembre había tenido un efecto contraproducente a sus propósitos y favorable a Bolsonaro en las elecciones del 7 de octubre. En realidad, esa fue una más de las fake news propaladas por los sectores del bolsonarismo. Muy por el contrario, la salida a la calle de miles de mujeres ayudó a la candidatura de Haddad a llegar al balotaje. La consultora IBOPE confirmó en una medición el significativo caudal de votos a favor de este candidato aportado por ese segmento del padrón femenino.

La presencia de miles de mujeres en las calles de las ciudades del país, exhibiendo el rechazo de la sociedad al fascismo, fue una forma de un hacer político desbordante de los canales institucionales, de las maneras enyesadas del disciplinamiento que hace siglos nos imponen. El fascismo como la expresión más acabada del individualismo, de la negación del otro como diferencia, del rebajamiento e invisibilización de lo diverso, de la naturalización de la violencia contra las mujeres, de domesticación de los cuerpos de las mujeres, de los negros y negras, de la diversidad sexual, de los y las inmigrantes, y de los empobrecidos por un poder económico patriarcal cada vez más concentrador de las riquezas producidas por toda la sociedad.

Pero el fascismo también es el resultado de la sofisticación, cada día mayor, de las formas de control de la sociedad y del territorio, y la modulación de las subjetividades, a partir de las “religiones de mercado”, del consumo, del sentido común de la moral, del sentido común de la doble moral, del manejo de las voluntades y deseos más íntimos, de exploración de corazones y mentes…Por eso las mujeres, a partir de un largo proceso de liberación que ya dura varios siglos, estamos enfrentando el fascismo con formas no violentas de expresión, de valorización de las diversidades, de respeto a los cuerpos y sus sexualidades, de insumisión a los padrones estéticos, de cuidado con la vida cotidiana, o sea simplemente, de percibir al otro.

Nosotras, que desde el feminismo hemos sido capaces de construir más allá de los territorios domésticos de valorización del trabajo invisible de las mujeres, de denunciar y combatir – hermanadas – las violencias que sufrimos en el cotidiano, que salimos a construir la igualdad en el vasto campo del trabajo y de los estudios, que estamos haciendo la revolución más triunfante del último siglo, ahora tomamos las calles para enfrentar el fascismo por su raíz de odio y dominación patriarcal, racista y de clase. Y lo hacemos a partir de la práctica de politización feminista, de las huelgas internacionales que impulsamos los últimos 8 de marzo, que abren nuevos entendimientos sobre el concepto del trabajo, a partir del derecho a la propia elección para nuestras sexualidades, de nuestra libertad para tener o no tener hijos, de vivir la maternidad como un acto político y de composición de afectos y relaciones, de caminar hacia una división sexual del trabajo igualitario, de la fuerza del actuar colectivo en las calles que tomamos, y que ahora ya no queremos abandonar; del deseo, en fin, de construir un mundo de iguales y amorosamente diverses…

Expresamos lo político reinventado, descolonizado, libertado en su potencia de expresión del deseo de igualdad, solidaridad y paz. Frente a la pulsión de muerte, y a la espectacularización de la violencia que exacerba el fascismo, oponemos esa potencia que surge de la necesidad de inventar otras prácticas, otros saberes y otros mundos. Y así continuaremos a enfrentar el fascismo, que crece no solo en las Américas sino en todo el mundo.

Crear diálogos, vínculos, argumentaciones politizando la vida en su sentido social, cooperativo y amoroso, es la forma de huir de las ansiedades, angustias y del sufrimiento psíquico al que nos condena el frenesí capitalista. El movimiento de las mujeres hace visible la “pedagogía de la crueldad”, como dice Rita Segato, que impone el fascismo, exponiendo los cuerpos en lucha como un modo de vida sin miedo. Y eso es lo sensible, que toca las emociones y que tanto incomoda al poder, porque va directo al cuerpo y al alma del ser.

Nuestras prácticas, nuestras ropas, consignas, colores, danzas y nuestra alegría pintan el aire de forma diferente para desafiar el odio, y para permitir reapropiarnos de las sensibilidades.

Como dice el filósofo Franco Berardi, “la felicidad es subversiva cuando ella deviene colectiva”: así, por estos días, en muchas ciudades de Brasil y del mundo, somos subversivamente felices

 

*Graciela Rodríguez es argentina y vive en Brasil desde hace 40 años. Desde el Instituto Eqüit y la Red de Género y Comercio, se ha dedicado a la investigación de la situación económica y laboral de las mujeres y cómo son afectadas por las políticas neoliberales y los tratados de libre comercio.

**Este artículo fue publicado en «LATFEM. Periodismo Feminista».

 

Coco babaçu: mujeres que luchan

Brasil. Coco babaçu: resistencia contra el extractivismo.
Resistencia de las mujeres del campo, quilombolas, quebradeiras de coco, que luchan por el derecho a la tierra y contra la violencia agraria.
Graciela Rodríguez, de la RGC: “Creo que ese trabajo casi invisible que las mujeres hacen dentro de la casa y que no se valoriza, que no se nota, que no se paga, que no es remunerado, y como no pasa por el mercado parece que no tuviese valor, es lo mismo que estas comunidades de los pueblos quilombolas, las quebradeiras (de coco), los pueblos indígenas han hecho para cuidar la naturaleza”.

 

 

Lula Livre!

Repudiamos el golpe institucional

Hacemos nuestras las palabras de la Articulação de Mulheres Brasileiras:

“Manifestamos nuestra indignación y repudio a la orden de prisión del ex presidente Luís Inácio Lula da Silva, un golpe gravísimo a las libertades democráticas en nuestro país. La condena arbitraria y sin pruebas, la negación del derecho de presunción de inocencia por el Supremo Tribunal Federal y la orden de prisión tienen el objetivo explícito de imposibilitar su candidatura.

La prisión política de Lula profundiza y agrava el contexto de excepción en el país, la ruptura de la institucionalidad democrática y la ofensiva de criminalización, represión y violencia contra todos los movimientos sociales.

¡Estaremos en las calles, construyendo y fortaleciendo la resistencia democrática!

Golpistas, fascistas, racistas: ¡no pasarán!”

Y repudiamos lo que entendemos como un golpe institucional perpetrado por los sectores concentrados del poder financiero, junto con la corporación mediática y judicial, al que se suma ahora el poder militar. Asimismo vemos con temor y preocupación la falta de respuesta de los gobiernos de la región ante este ataque a la democracia.

 

Marielle Franco ¡PRESENTE!

El asesinato de Marielle conmociona a Brasil

La concejala de 38 años, activista socialista, feminista, negra, nacida en la favela, fue asesinada poco después de denunciar la violencia policial en las favelas de Río, agravada por la intervención militar.

Twitter de Marielle Franco

Marielle Franco, de 38 años, era Consejal por el PSOL y relatora de la comisión creada para fiscalizar las operaciones policiales en el marco de la intervención militar en las favelas de Río de Janeiro.

El miércoles por la noche volvía de un acto de empoderamiento de las mujeres negras, cuando su automóvil fue acribillado en el centro de Río. En el ataque también fue asesinado el conductor.

Hoy habrá actos en todo Brasil.

En Buenos Aires también se ha convocado a una vigilia en el Obelisco porteño, entre las 18 y 21 hs.

 

Reproducimos aquí la Nota de Solidariedade e Pesar da AMB (Articulação de Mulheres Brasileiras):

«Nós, feministas da Articulação de Mulheres Brasileiras – AMB, estamos devastadas com o assassinato de Marielle Franco, brava, admirável e inspiradora companheira de sonhos e utopias feministas. Mulher negra, da Maré e de luta. Mariella era «resistência, afeto, luta e esperança».

Nos solidarizamos à companheira e toda a família de Marielle e de Anderson Pedro Gomes, neste momento de dor desmedida e indignação profunda. Nos solidarizamos a todas(os) os integrantes do mandato e companheiros(as) de militância política de Marielle.

Marielle foi executada dias após denunciar a violência policial em favelas do Rio, agravada pela intervenção militar. Exigimos imediata apuração dos fatos, verdade e justiça.

Este crime brutal nao calará a causa e o legado de Marielle. Transformaremos dor em luta, e seguiremos ecoando a denúncia da violência contra a população negra e pobre do país.

Não nos calarão! Por Marielle, mais fortes seremos!»

Articulação de Mulheres Brasileiras – AMB, 14 de março de 2018.

 

 

 

Por nosotras, por las otras, por mí. #8M

Recife, Brasil. Las mujeres en pie de lucha contra la reforma previsional que quiere imponer el gobierno de Temer y y la reforma laboral que ya impuso.
“Eh, político, prestá atención: la previsión es de la Nación”.
“La llamé para el 8 de marzo y ella respondió así: Yo voy; por nosotras, por las otras por mí.”
“Estamos a un mes del 8 de marzo, día internacional de la lucha contra todo tipo de violencia, contra la precarización de las mujeres trabajadoras. Estamos aquí en lucha contra de la reforma previsional. Si la ponen para votar, el país va a parar.”

 

La Red de Género y Comercio reúne a mujeres latinoamericanas interesadas en investigar y difundir los efectos diferenciales de las políticas económicas y los acuerdos comerciales, y los intereses que motorizan las corporaciones transnacionales y otros actores económicos y sociales en la región.

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